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ESTUDOS DA PALAVRA

 

 

 

                   

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A SABEDORIA HUMANA E DIVINA SOBRE AS RIQUEZAS.

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Ao iniciar esse estudo é importante retornar ao jardim do Éden, onde tudo começou. Ao criar o homem no jardim do Éden, Deus soprou-lhes nas suas narinas o folego da vida e ele passou a ser alma vivente (Gênesis 2 v 7). A bíblia revela, ou melhor, afirma que o homem se tornou alma vivente! A alma ocupa o centro entre o espírito e o corpo, sendo o ponto de encontro destes dois. Deve ser a parte do homem através da qual o espírito e o corpo se expressam. Antes de Adão pecar, o espirito dominava a sua alma e corpo, mas com o livre arbitrário que recebera como parte da sua alma, Adão escolheu desobedecer a Deus e quando o fez o espírito humano sofreu violenta modificação. Sua capacidade de comunicação com Deus cessou e um manto de morte caiu sobre o relacionamento do homem com o seu criador. O resultado trágico dessa escolha é que a alma e o corpo do homem perderam seu monitor espiritual e assim surgiu o “EU” na vida humana e a sabedoria humana se multiplicou, mas não para buscar o criador e sim para sobreviver nesse mundo, independente dele. Eu te pergunto: Porque as pessoas buscam a prosperidade financeira? O dinheiro traz a ideia de paz e segurança e garante o futuro. Com dinheiro você tem status social, plano de saúde, casa própria, melhores escolas para os filhos, enfim quase tudo no mundo material.  Ter dinheiro é uma questão de sobrevivência, pois sem ele você não conseguirá adquirir os bens materiais necessários para a tua vida material. Agora me responda: Se o teu futuro e todos aqueles, que tem um compromisso com o senhor Jesus Cristo, está nas mãos de Deus, porque buscar a prosperidade financeira? W. Phillip Keller, em seu livro frutos do Espírito Santo diz o seguinte na página (46 e 47). O grande problema está em nossa atitude para com as riquezas. Como são empregadas? Para que proposito são acumuladas? A que fins são consagrados? Para a maioria das pessoas, o grande problema e que as riquezas enganam o coração. Elas têm capacidade de torcer o nosso raciocínio; elas nos cegam para os valores eternos e também tem a terrível propriedade de dominarem nossos desejos. Pela sua própria natureza o dinheiro faz com que confiemos nele e não naquele que nos deu a capacidade de ganha-lo. As riquezas insinuam sutilmente que são elas que nos garantem segurança e tranquilidade. Mas, na verdade, elas fazem justamente o contrário.  Já percebi que muitos casos as pessoas mais ricas se acham entre as menos seguras e tranquilas. Elas ficam constantemente preocupadas com a possibilidade de perderem as riquezas e isso gera preocupação ansiedade e descontentamento intermináveis. Muitas pessoas ricas, quando não se preocupam com a possibilidade de perderem as riquezas, preocupam-se em aumenta-las. Não basta ter apenas um carro, é preciso ter dois! Uma casa apenas não é suficiente, precisa de uma casa de campo também. Um milhão de dólares não chega é melhor ter dois outros milhões! Portanto, essa agitação continua não tem fim. 2) A visão divina das riquezas. O homem é um espírito habita em um corpo e possui uma alma. Os bens materiais satisfazem as necessidades materiais, mas não podem satisfazer as necessidades espirituais do homem, ou seja, como conjugar as riquezas materiais com as espirituais de maneira á conciliar ambas as partes. Não tenha uma ideia errada acerca das riquezas. Em si, a riqueza não é errada. Não é obrigatoriamente uma coisa maligna. A prosperidade nem sempre é pecado. Ter muito dinheiro não é necessariamente iniquidade. Se assim fosse, Deus certamente nunca teria dado riquezas a homens como Abraão, José, Salomão e Jó. Sem mencionar alguns dos modernos heróis da fé. Tenha sempre como alvo na tua vida permitir ao Espirito Santo glorificar Jesus Cristo na tua vida em todas as situações, inclusive na parte financeiraA prosperidade financeira é uma benção divina. Ocorre que, se você utilizar o teu próprio entendimento, sabedoria humana, para prosperar financeiramente se tornará escravo (a) de satanás. Cada vez você desejará ganhar mais e mais e o teu alvo, que é Jesus Cristo, ficará em segundo plano. Você precisa que o Espirito Santo te ensine a ser administrador (a) e não proprietário (a) de tudo aquilo que ele colocar nas tuas mãos. Na sabedoria divina você não guarda o dinheiro e os recursos materiais para garantir o teu futuro. Não, pois o teu futuro está nas mãos de Deus. Então se ele te abençoa com muitos bens é para utilizá-los naquilo que o Espirito Santo te orientar. A viúva deu todo o seu dinheiro não para receber em dobro, mas porque ela tinha algo mais valioso. Jesus Cristo era o futuro dela. Ela sabia que Deus supria todas as suas necessidades espirituais e materiais e não o dinheiro. Ela tinha consciência de que, mesmo dando todo o dinheiro, ele supriria as suas necessidades, pois fazia a sua vontade. No jardim do Éden o homem e a mulher não eram proprietários e sim administradores das coisas divinas. Eles serviam a Deus e cumpriam uma missão, um proposito divino, ou seja, administravam o Éden e seus habitantes para Deus. Não eram proprietários. W. Phillip Keller diz o seguinte nas páginas (47 e 48). A questão toda se resume numa coisa: Quem manda em mim, Cristo ou as riquezas? Quem está no controle? Com respeito a isso, para o filho só existe uma maneira correta de agir: Qualquer riqueza que eu possa ter me é confiada pelo senhor. Não me e dada para ser usada, investida ou esbanjada, descuidadamente. Também não tenho direito de afirmar que sou uma pessoa que venci por mim mesmo. Isso é um orgulho monstruoso, uma afronta a Deus. Entenda bem, tudo que temos a capacidade de pensar, as forças para trabalhar e, o meio para acumular riqueza, vem de Deus. É um dom dele, portanto com humildade e simplicidade, assuma a tua condição de mordomo de tudo que ele te confiar. Como administrador (a) das riquezas divinas é fácil compreender quando entrega o teu dízimo e oferta a Deus, apenas devolve parte daquilo que ele colocou em tuas mãos para administrar. Agora surge a pergunta: porque você entrega os 10% e fica com 90% do valor? A décima parte representa que Deus é o senhor sobre todas as coisas, inclusive sobre os valores que ficam em teu poder para administrar segundo a sua perfeita vontade. Ele é o legítimo proprietário de todas as coisas que existem no mundo. E, quanto mais você for fiel no pouco, sobre o muito ele te colocará.  Se você aprender a ser administrador (a) e não proprietário das coisas que Deus coloca em tuas mãos, ele te confiará muito mais, pois sabe que você não será controlado (a) pelos bens materiais. O problema não é o dinheiro, mas a sua influência na tua mente. É preciso tomar muito cuidado, pois controlado (a) pelo dinheiro você passará a gastar descontroladamente, atraído (a) pelo materialismo. Sem perceber acabará contraindo gastos que superam o valor do teu salario e como filho e filha saiba que não dever nada a ninguém, exceto o amor. Em outras palavras, aprenda a administrar os seus ganhos de maneira sábia, a fim de cumprir os seus compromissos com Deus (dízimos e ofertas) e também com os homens (compras com cheques, cartão de credito, crediário ou em dinheiro) sob pena de perder a comunhão com Deus. Ele não diz em sua palavra que contrair dívida é pecado e sim não as honrar, enganado os outros, violando o mandamento do amor ao próximo, ou seja, aquilo que eu não desejo para você, não pode fazer com os outros. Resumindo pela sabedoria humana, tudo pertence aquele que está na posse, ele é proprietário e não Deus na sabedoria divina, tudo pertence a Deus, você é apenas administrador (a).. Nos encontraremos novamente no dia 27/02/2018. Caso queira colaborar com esse Ministério, deposite na Conta Corrente 18560-4 Agência 2200- 4, Banco Bradesco o valor que Deus colocar em teu coração ou ajude em oração para que a perfeita vontade de Jesus seja alcançada. Deus Abençoe a tua vida. Amém.

 

PASTOR MÁRIO

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